Pico de energia mata 47 mil frangos em Sulina, no Paraná, e causa grande prejuízo

Falha no fornecimento de energia elétrica em Sulina (PR) provocou a morte de milhares de frangos em aviário rural.
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Falha elétrica durante a madrugada resultou na morte de milhares de aves em propriedade rural no sudoeste do Paraná

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Um pico de energia elétrica registrado na madrugada desta quarta-feira (18) provocou a morte de aproximadamente 47 mil frangos em Sulina, no sudoeste do Paraná. O incidente ocorreu em uma propriedade rural localizada na comunidade de Linha Areião e gerou um prejuízo significativo ao produtor.

Pico de energia em Sulina causa morte de aves

De acordo com informações do avicultor responsável pela propriedade, a oscilação no fornecimento de energia aconteceu por volta da 1h30. O produtor retornou aos aviários cerca de duas horas depois e encontrou praticamente todas as aves mortas.

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O caso foi registrado no Sítio Tubarão, em Sulina, no Paraná. As aves estavam em fase avançada de criação, com aproximadamente 19 dias de vida, e a apenas uma semana do período previsto para o abate. A situação agrava ainda mais o impacto financeiro da perda.

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Ao todo, cerca de 100 frangos sobreviveram ao pico de energia, enquanto a grande maioria não resistiu às condições causadas pela falha elétrica.

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Prejuízo em Sulina ainda será calculado

O prejuízo total causado pelo pico de energia em Sulina ainda não foi oficialmente estimado, mas deve atingir um valor elevado, considerando o número de aves perdidas e o estágio de desenvolvimento em que se encontravam.

Segundo o produtor, problemas no fornecimento de energia elétrica têm sido recorrentes na região do sudoeste do Paraná. Ele afirma que já houve reuniões com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), mas as falhas continuam sendo registradas.

A repetição dessas ocorrências levanta preocupações entre produtores locais, especialmente em atividades como a avicultura, que dependem diretamente de sistemas automatizados e fornecimento contínuo de energia para manter a ventilação e o controle de temperatura nos aviários.

Remoção das aves segue orientações sanitárias

Equipes iniciaram o trabalho de remoção dos animais mortos em Sulina, seguindo as orientações da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O procedimento é necessário para evitar riscos ambientais e sanitários na região.

A destinação correta das aves é considerada essencial para prevenir a contaminação do solo e de recursos hídricos, além de impedir a proliferação de doenças.

Falhas elétricas reacendem alerta no setor avícola

O caso ocorrido em Sulina, no sudoeste do Paraná, reforça a vulnerabilidade da avicultura diante de oscilações no fornecimento de energia elétrica. A atividade depende de equipamentos que garantem condições adequadas para a sobrevivência das aves, como ventiladores e sistemas de climatização.

Diante do ocorrido, a expectativa é que órgãos responsáveis e a concessionária de energia avaliem a situação para evitar novos episódios semelhantes na região. Até o momento, não houve divulgação de medidas oficiais relacionadas ao caso.

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