El Niño costeiro se intensifica e acende alerta de emergência climática na América do Sul

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Fenômeno no Pacífico repete padrão de 2023 e já causa impactos severos, especialmente no Peru

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O fenômeno conhecido como El Niño costeiro vem ganhando força nas últimas semanas e já provoca preocupação em diversos países da América do Sul. O cenário atual apresenta semelhanças com o registrado em 2023, quando eventos extremos causaram grandes prejuízos.

Aquecimento do Pacífico impulsiona o fenômeno

Especialistas apontam que o aumento anormal da temperatura das águas do Oceano Pacífico, próximo à costa do Peru e do Equador, tem sido determinante para a intensificação do fenômeno. Esse aquecimento favorece a formação de nuvens carregadas, elevando o volume de chuvas na região.

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O processo ocorreu de forma rápida, o que contribuiu para o fortalecimento do El Niño costeiro ainda no fim do verão, antecipando impactos mais severos.

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Situação atual lembra eventos extremos recentes

O comportamento do oceano neste momento é semelhante ao observado em 2023, quando o fenômeno antecedeu um episódio mais amplo do El Niño global. Na ocasião, diversos países enfrentaram enchentes, deslizamentos e ondas de calor.

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A repetição desse padrão aumenta o nível de alerta entre meteorologistas, que acompanham de perto a evolução das condições climáticas.

Peru já enfrenta consequências

Os efeitos já são visíveis, principalmente no Peru, onde fortes chuvas têm causado alagamentos, deslizamentos de terra e danos à infraestrutura. Autoridades locais chegaram a declarar מצב de emergência em algumas regiões mais afetadas.

O aumento da evaporação provocado pelas águas mais quentes contribui diretamente para a intensificação das precipitações.

Possível impacto no Brasil

Há preocupação de que o fenômeno evolua para um El Niño de maior escala, o que poderia trazer reflexos também para o Brasil. Entre os possíveis impactos estão o aumento das chuvas na região Sul e temperaturas mais elevadas em outras áreas do país.

Monitoramento segue constante

Meteorologistas reforçam que o cenário ainda está em evolução, mas exige atenção contínua. O acompanhamento das temperaturas do oceano será essencial para prever a intensidade e a duração do fenômeno nos próximos meses.

Fonte: Metsul Meteorologia

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